segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tengo Muchas Alas ?

As pegadas desse caminho pareciam certeiras e alinhadas, mas quando se olham por cima dos ombros o que era antes uma visão de um quadro primoroso se transforma em rabiscos sujos e sombrios de um personagem ilícito de uma metamorfose.

A espera da borboleta era de recordar do seu vagar metamorfoseado com afeição, sem lamentar suas asas.

Percebe que agora suas asas foram cultivadas com desrespeito.

Envergonha-se das suas cores.

Anseia pelo casulo.

Na verdade, não merece tamanha poluição.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Alvará .

Velhas paredes se desmoronam depois de serem pintadas.

Como se não pudessem mais falar.Como se Ruínas também não contassem estórias de belos copos vazios, de mãos um dia realeza, agora trôpegas, bêbadas de feitiços imperiais que vitimam sempre no último minuto de sombra.

Reminiscências de um sorvo...

Ah!

Agora há brilho. Passou a nuvem.

Vêem a luz desta lembrança?

Sentem a magia trazida pela chuva?

É a libertação... Um Alvará Lunar!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Strawberry Fields Forever



Outra noite sem alucinações...

Sem companhia! Sem sensações!

No fundo dessa caverna não existia uma luz.

Miragens? Verdades? Viagens?

Bobagem!

Não só de meus pensamentos surgem às inspirações!

Advinha o que eu mais temia.

Os oponentes descobriram nossos sonhos.

Então, em uma tarde antes mesmo de conspirarmos, eles o levaram silenciosamente.

Talvez meus velhos ouvidos (iludidos) ouviram uma tática mágica para seguir tentando, Mas não saberia escapar desarrimada.

Precisaria dessa voz imaginária assegurando que era possível; Que minhas asas suportariam o desafio.

A procura do paraíso.